Disfunção Temporomandibular,
Dores Orofaciais e a Interferência na Qualidade de Vida.
Disfunção Temporomandibular:
Impactos e Sinais de Alerta.
Disfunção Temporomandibular:
Impactos e Sinais de Alerta.
A Disfunção Temporomandibular (DTM) compromete a musculatura mastigatória, a articulação (ATM) e estruturas adjacentes. É uma condição debilitante que afeta funções essenciais como fala, mastigação e postura cervical. Sinais de alerta incluem dor de cabeça, estalos na articulação, incômodo ao mastigar e ranger de dentes.

Disfunção Temporomandibular
Chamamos de Disfunção Temporomandibular (DTM) um conjunto de alterações que comprometem a musculatura mastigatória, a articulação própria (ATM) e estruturas adjacentes. Essa disfunção é muito debilitante, devido à complexidade das funções essenciais envolvidas, tais como a fala, a mastigação, a deglutição e a manutenção da postura cervical, as quais utilizam os músculos mastigatórios.
Atinge, principalmente, o sexo feminino na meia-idade, uma fase de grande produtividade. Dessa forma, pode-se considerar um grande problema de saúde pública, com impactos em nível pessoal, social e profissional. Sinais importantes para a busca de ajuda profissional incluem dor de cabeça, estalos na articulação, incômodo durante a mastigação e ranger de dentes, especialmente durante o sono.

Disfunção Temporomandibular
Chamamos de Disfunção Temporomandibular (DTM) um conjunto de alterações que comprometem a musculatura mastigatória, a articulação própria (ATM) e estruturas adjacentes. Essa disfunção é muito debilitante, devido à complexidade das funções essenciais envolvidas, tais como a fala, a mastigação, a deglutição e a manutenção da postura cervical, as quais utilizam os músculos mastigatórios.
Atinge, principalmente, o sexo feminino na meia-idade, uma fase de grande produtividade. Dessa forma, pode-se considerar um grande problema de saúde pública, com impactos em nível pessoal, social e profissional. Sinais importantes para a busca de ajuda profissional incluem dor de cabeça, estalos na articulação, incômodo durante a mastigação e ranger de dentes, especialmente durante o sono.
Disfunção Miofascial: Causas, Impactos e a Importância da Intervenção Multiprofissional
A disfunção miofascial é caracterizada por dor localizada na área pré-auricular irradiando-se para a região temporal, frontal, occipital e na região da bochecha, por atingir o músculo masseter. A dor normalmente apresenta-se como cefaleia (dor de cabeça), otalgia (dor no ouvido), zumbido no ouvido, dor orofacial (dor na face), ou mesmo dor de dente. Apesar da cefaleia ser sintoma frequente, a avaliação clínica evidencia espasmo dos músculos da mastigação como responsável imediato pelo quadro álgico de DTM, que pode ser originado por distensão, contração ou fadiga muscular, também chamada de Cefaleia tensional.
Os espasmos podem ocorrer por diferentes mecanismos, sendo a hiperatividade muscular a principal causa, representando cerca de 80% dos casos. Essa condição está frequentemente associada a hábitos parafuncionais, como bruxismo e onicofagia, além de estar relacionada ao estresse emocional. Como hábitos parafuncionais podemos incluir a mastigação unilateral, mordedura de objetos plásticos (tampa de caneta) e objetos de madeira (palito de dente e de fósforo), mascar chicletes (especialmente por tempo prolongado) ou mesmo falar com muita velocidade e grande frequência.
A postura final da cabeça, hoje muito influenciada pelo uso excessivo do celular, também tem sido um fator de causalidade da DTM e das dores orofaciais. O estresse tem se apresentado como uma causa importante, determinando a necessidade de intervenção multiprofissional. Nesses casos profissionais como o dentista, o fisioterapeuta, o psicólogo, o fonoaudiólogo e até mesmo o cirurgião buco-maxilo podem participar das intervenções de tratamento e prevenção.
A DTM e as Dores Orofaciais reduzem a capacidade produtiva, interferem no relacionamento social e interpessoal, reduzindo em muito a qualidade de vida da pessoa, se transformando em ciclo vicioso, ou seja, quando mais estresse mais realização de parafunções, logo temos mais apertamento, gerando mais dor, que acaba aumentando o estresse.

O desafio é interromper esse ciclo. Para tanto são várias medidas de tratamento, controle e prevenção para recuperar e manter a qualidade de vida das pessoas com esse tipo de sofrimento. Entretanto, podemos afirmar, que os resultados tendem a ser muito positivos. Muitas pessoas têm se beneficiado dessas intervenções.
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